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Seus textos são apropriados para o seu público? Pouca gente se faz esta pergunta, quando termina de escrever. No entanto, se um texto não tem ligação com seu leitor, que valor pode ter?

Quem escreve com frequência, costuma se deparar com problemas recorrentes, tais como: “para que lado vou agora?”; travamento de ideias; falta de criatividade, e muitos outros. Não leve em consideração apenas os romances, mas as cartas, os emails e toda comunicação escrita – e também falada: conversas formais, informais e gravações de áudios e vídeos.

Boa escrita demanda ótimas leituras

Um dito popular reza que, “para um bom entendedor, meia palavra basta”. Infelizmente, para o bom escritor não funciona nessa proporção: meia informação não basta; nem meia inspiração. Para escrever, não apenas leia bons livros relacionados ao assunto tratado, mas descubra também as formas existentes de “desvendar o pensamento” de seu leitor-alvo. Hoje há formulários de pesquisa online. Com eles é possível se configurar uma pesquisa rapidamente, e enviar pela internet a quantos contatos tiver: emails, redes sociais, grupos de interesses, fóruns etc.

Tão importante quanto saber escrever bem é escolher acertadamente “como” e “o que” deve ser escrito. Os roteiros são muito úteis, pois ajudam a esboçar o enredo e o contexto de cada estória, que deve ser devidamente acolhida pelo seu leitor. Então, não adianta simplesmente escrever e torcer para que tudo dê certo; é necessário, antes, compreender e aplicar algumas técnicas úteis, simples e eficazes.

É natural que um vendedor, por exemplo, queira se aprofundar na escrita que se destine a ajudá-lo a vender seus produtos ou serviços (copywriting); entretanto, dentre os vendedores, há os que estão iniciando suas pesquisas agora e os que já conseguem ler textos mais avançados.

Para quem você escreve?

A resposta a esta pergunta é de fundamental importância para iniciar os seus escritos. Para quem você escreve? O “quem”, aqui, não se define por uma pessoa apenas; é importante investigar e idealizar quem se interessaria pelo que você escreve e conhece profundamente. Em seguida, pode-se tentar descobrir que tipos de dificuldades essas pessoas enfrentam no dia a dia.

Perfile seu público

Quanto mais se perfila um público – isto é, se descobre os tipos de pessoas que pertencem ao seu público –, mais fácil será agradá-lo.

Se você deseja escrever para donas de casa, por exemplo, imagine os vários estilos de vida das donas de casa. Será que você poderia contribuir com a solução de algum problema que todas elas enfrentam? Se não para todas, talvez você conheça a solução para algum problema enfrentado pela metade delas; ou mesmo por algumas milhares…

Todo escritor precisa ter seu público devidamente delineado. Deve escrever para um conjunto de pessoas que passa pelo mesmo problema (específico ou genérico) e tenta, cada um a seu modo, escapar desse mal. Quem apresenta soluções originais para os diversos problemas genéricos ou específicos de uma área, torna-se uma referência.

Evite títulos muito abrangentes

Títulos muito abrangentes podem criar falsas expectativas. Portanto, toda boa escrita deve buscar ajudar o leitor a satisfazer uma necessidade – específica ou genérica. Em cada texto, deve-se oferecer aquilo que se propõe. Nem mais, nem menos. Pode até dar a mais, nunca a menos.

O estudo de livros que ensinam técnicas de boa escrita fazem bem. Mas os livros que estimulam a emersão dos conteúdos importantes sobre o que se deseja escrever são muito superiores. Há dois livros muito bons, ambos esgotados e raramente encontráveis em sebos físicos e online. Mesmo assim, valem suas indicações neste texto. É realmente frustrante quando bons livros como esses se esgotam…

Quem já leu há de concordar que esses livros poderiam ajudar efetivamente a qualquer empreendedor, justamente quando as vidas online e off-line estão cada vez mais “juntas e misturadas”. São eles: “Ideias que colam” (de Chip Heath e Dan Heath) e “A Jornada do Escritor” (de Christopher Vogler).

No livro Idéias que Colam, os irmãos Chip e Dan apresentam, numa requintada mistura de exemplos e espirituosidade, os seis fatores que fazem com que uma ideia dê certo (cole). Ambos os professores, após anos de estudo e análise de tantos e variados experimentos, apresentam, no livro Idéias que Colam, tais seis fatores, de maneira excepcionalmente didática.

O livro A Jornada do Escritor é também de grande ajuda para quem escreve, pois, baseado na “Jornada do Herói”, de Joseph Campbell, Christopher Vogler trouxe para a prática da escrita dicas baseadas nos elementos míticos e psicológicos que muito ajudam na, criação, caracterização e definição de personagens e estórias.

Se você também conhece algum livro que possa contribuir nesse sentido, gostaríamos muito se pudesse indicá-lo nos comentários. Desejamos muito que este artigo possa ajudar os nossos clientes e amigos, e sua contribuição é muito importante!

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